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terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

BELEZA PURA- À BASE DE ALGUNS RETOQUES


Estreou ontem a nova novela da Globo, no horário das 7, Beleza Pura, escrita pela estreante Andréa Maltarolli, sob a supervisão do veterano Sílvio de Abreu.

De acordo com as informações mais frescas, a novela começou com o Ibope meio caído, na casa dos 30 pontos, mesmo tendo a direção apelado para inúmeros recursos, a exemplo das cenas curtas com muitos cortes, para prender o telespectador à telinha.


A novela conta com um elenco de primeira linha, com a participação de Edson Celulari, Cristiane Torloni, Zezé Polessa, Reginaldo e Marcelo Faria e a atriz Regiane Alvez, encarando a sua primeira protagonista (resultado do seu pedido direto à emissora).


Mas, não vou mentir que o que mais me chamou atenção foi a “beleza pura” das atrizes. O que era aquilo? Os recursos estéticos passaram pelo elenco e deixaram marcas, ou melhor, acabaram com elas.
A atriz Cristiane Torloni está mais nova do que quando foi nova! Zezé Polessa, esticadíssima!

Acho que a clínica de estética da novela virou realidade durante as gravações, hein!




Particularmente, gostei do início da trama. Direto, mas ao mesmo tempo envolvente, o primeiro capítulo conseguiu dar um panorama legal de o que vai acontecer na mais nova linha experimentada pela Globo que (não é segredo para ninguém) vem perdendo espaço para emissoras mais novas e cheias de gás para quebrar paradigmas.



A novela começa com uma festa, com direito a acidente de helicóptero e foco na atriz Carolina Ferraz, que vive a personagem Norma, antagonista da história. Gosto da classe e elegância da atriz e da maneira suave e divertida como interpreta a bossalidade de uma vilã asquerosa, preconceituosa e destemida. Resta saber se ela vai emprestar à personagem a mesma graça que transformou a vilã de “História de Amor” em uma meninota cheia de caprichos.


Regiane Alves continuou com seu sotaque. Engraçado que eu pensei que ela seria uma auxiliar na clínica e a surpresa é que interpreta uma dermatologista. Ficou meio estranha a maneira subordinada como trabalhava.


A história vai se desenrolar entre Rio e Niterói e vão rolar vários triângulos, quadrados, pentágonos... amorosos.




Edson Celulari vive o mocinho e parece que vai se envolver com Regiane Alves, a mocinha estereotipada (Coitadinha, adotada, tristezinha, engraçadinha). Mas, ontem o “bon vivant” jogava todo o charme de seus olhos claros para mãe dela, interpretada por Cristiane Torloni, que abandonou Joana (Regiane) assim que nasceu por não poder cuidar.


É, promete ser alguma coisa. Pode surpreender. Para fanáticos por novelas, como eu, fica a expectativa de sucesso de uma nova “contadora de histórias” já que os escritores de novelas estão escassos.

NOTA: Humberto Martins (o Baldocchi) está na novela, mas até o momento não apareceu ainda sem camisa. (Será um avanço? Ou o fim dos tempos?)

3 comentários:

Inha disse...

Eu perdi o 1 capitulo..
={

Anônimo disse...

Doçura,
onde anda V.Sa?

RAMON(ES) disse...

Quero ver vc comentar as novelas da Record, elas sim são geniais. Toscas de maneira bem feita, sem ser tão toscas quanto novelas mexicanas. Histórias absurdas, sem o fake realismo das novelas da Globo.

A Globo ainda vai ter que quebrar muitos paradigmas para chegar nisso. Pelo menos pra mim novela tem que ser "ruim" e "tosca", não fake "real" e "boa" como as da Globo.

ahahahahahahahah