Uma pausa nas tristezas, pra demonstrar que a vida continua e (ainda bem) nem tudo é cinza!
A vida andou tão tumultuada que não consegui deixar aqui registro de uma grande comemoração.
Como eu penso que, mesmo tarde, o importante é acontecer, venho fazer a devida homenagem:
No dia 11 de julho de 2013, fez uma década que estamos juntos!
(10 anos de Nós, Mô!)
David e Tarcila. Tarcila e David. Dacila. Tarvid...
Eu já não sei quando eu termino e você começa, estamos misturados como café com leite.
E você, David, é a razão de eu estar aqui agora digitando esse texto. É a razão de eu respirar. Existir. Amar.
Há dez anos você me faz feliz. E me faz querer mais! Sempre mais... pra sempre.
Eu te amo mais do que imaginei que pudesse amar, em toda a minha vida!
Obrigada por ser meu marido, meu namorado, meu parceiro, meu companheiro, minha vida!
Eu te amo!!!!!!!!!!!
P.S: A foto foi tirada no dia 11/07/2013, no mesmo lugar em que, no dia 11/07/2003, demos o nosso 1º beijo!
Fato é que restou um lapso de absurdo desequilíbrio emocional.
Depois do dia de Santa Rita de Cássia, experimentei dias de extrema felicidade. Há muitos anos não sabia como era sentir tanta felicidade.
:~
Sucederam-se dias de comemorações subsequentes: meu aniversário, casamento de grandes amigos, boas notícias no trabalho...
e então a notícia que eu tanto aguardei e desejei que acontecesse.
Quando a gente quer muito uma coisa, quando acontece, a gente acha que está sonhando.
E foi assim que me senti: embriagada em um sonho bom.
A felicidade foi tanta... mas trouxe também o medo.
Medo de tudo.
Mas a despeito do medo eu estava feliz. Muito feliz.
Pouco mais de um mês depois, recebi um choque de realidade, despertando-me do sonho bom. Muito pior: vi tudo virar pesadelo.
:~
A dor ainda é tanta que nem consigo escrever sobre. Um dia, talvez, eu consiga.
Um dia talvez eu consiga me recuperar. No íntimo, eu sei que conseguirei melhorar.
Mas esquecer não.
Nunca vou esquecer esses momentos.
Momentos de sentimentos potencializados.
Um dia. Eu aguardo. E espero. Com o resto de esperança que ainda trago em mim.
E eu sei que é suficiente.
Tem que ser.
Hoje é o dia de Santa Rita de Cássia, nascida em 22 de maio de 1457, mais conhecida como santa dos casos impossíveis e desesperados.
Oremos a ela então. MUITO.
Oração a Santa Rita de Cássia
Ó poderosa e gloriosa Santa Rita, eis a vossos pés um alma desamparada que, necessitando de auxílio, a vós recorre com a doce esperança de ser atendida por vós que tendes o incomparável título de SANTA DOS CASOS IMPOSSÍVEIS E DESESPERADOS.
Ó cara Santa, interessai-vos pela minha causa, intercedei junto a Deus para que me conceda a graça de que tanto necessito (dizer a graça que deseja).
Não permitais que tenha de me afastar dos vossos pés sem ser atendido. Se houver em mim algum obstáculo que me impeça de obter a graça que imploro, auxiliai-me para que o afaste. Envolvei o meu pedido em vosso preciosos méritos e apresentai-o a vosso celeste esposo, Jesus, em união com a vossa prece.
Ó Santa Rita, eu ponho em vós toda a minha confiança; por vosso intermédio, espero tranquilamente a graça que vos peço.
Santa Rita, advogada dos impossíveis, rogai por nós.
Passando apenas para registrar o fato de que estamos num ano novo. (Há muito, diga-se de passagem).
E que o blogspot não deve deletar a minha conta... ainda estou aqui... hehehehe
“Após um dia de compras em Londres, Elspeth McGillicuddy
pega um trem para o interior da Inglaterra, onde deve se encontrar com a amiga
Jane Marple. Instalada na primeira classe, ela observa a paisagem, até que
outro trem passa no mesmo sentido e, por um instante, as janelas do vagão se
alinham. Ela vislumbra a imagem de um homem estrangulando uma mulher. Na estação,
ninguém acredita em Elspeth, e nenhum cadáver é encontrado. Mas Miss Marple não
se dissuade fácil. Para investigar esse mistério, ela contará com o auxílio do
seu sobrinho-neto David e de Lucy Eyelesbarrow, uma carismática personagem que
faz neste romance sua única e marcante aparição.”
Uma amiga da velhinha assiste a um assassinato em um trem e, a partir
de então, as surpresas não param de suceder. Primeiro, nenhum corpo é
encontrado. Mas, isso, Miss Marple “resolve” com facilidade. Assassinato
finalmente comprovado, resta agora descobrir a identidade da vítima, o motivo e
o assassino.
A história consegue ficar muito mais empolgante a partir desse
momento, quando, com a ajuda da astuta Lucy Eyelesbarrow, Miss Marple desvenda uma teia
de acontecimentos subseqüentes.
É como disse a crítica do New York Times: “Uma história de detetive
perfeita. Não há um só momento entediante.”
Só não me agradou muito o final. Talvez por que foi surpreendente
demais!
Tenho pensado muito em dias passados. Às vezes tenho
lampejos de cenas antigas. Sem querer, me pego sentada na mesa de trabalho de
minha mãe. Ainda posso escutar Legião tocando num radinho velho e enxergar o
forte São Marcelo, reluzindo, ao longe, sob a luz do sol se pondo na antiga
repartição em que ela trabalhava. E esse é só um momento. Tantos outros
simplesmente reaparecem. E deixam aquele nó na garganta. Aquele gosto esquisito.
Prender-se ao passado não é coisa boa. Sentir saudade faz
parte. Mas e quando a gente fica na dúvida se gostaria de ainda fazer parte
dele?
Uma coisa eu não tenho dúvida: existem coisas do meu
presente que não trocaria NUNCA. Não abriria mão de ser casada, por exemplo.
Encontrar meu marido foi a melhor coisa que me aconteceu na fase adulta. Disso
eu não abriria mão de forma alguma!
Mas quem sabe receber de volta o "aval da irresponsabilidade'?
Ganhar o direito de não se preocupar com o mundo. Não se preocupar com o meu
mundo. A maturidade traz consigo deveres amargos, tarefas insípidas e necessárias,
correria, cansaço, e o afastamento de tudo aquilo que não é, de alguma forma,
concreto. Como os sonhos, por exemplo.
E eu fui, definitivamente, criada para sonhar. Sonhar que eu
poderia ser quem eu quisesse ser. Que eu poderia fazer a diferença no mundo. E
que tudo sempre pode dá certo.
O choque com a realidade mata, dia-a-dia, a criança
esperançosa que tenho em mim.
Por isso os lampejos do passado são tão queridos e, ao mesmo
tempo, doloridos.
E o que se fazer? Não há resposta. Não há solução.
Aparentemente, devo continuar vivendo. Quem sabe, em algum
momento, a vida mostra suas verdadeiras cores novamente, com um arco-íris
completo. Eu ainda acredito nisso.
True colors
(By Cyndi
Lauper)
“You with the sad eyes
Don't be discouraged
Oh I realize
It's hard to take courage
In a world full of people
You can lose sight of it all
And the darkness inside you
Can make you feel so small
But I see your true colors
Shining through
I see your true colors
And that's why I love you
So don't be afraid to let them show
Your true colors
True colors are beautiful,
Like a rainbow
Show me a smile then,
Don't be unhappy, can't remember
When I last saw you laughing
If this world makes you crazy
And you've taken all you can bear
You call me up Because you know I'll be there
And I see your true colors
Shining through
I see your true colors
And that's why I love you
So don't be afraid to let them show
Your true colors
True colors are beautiful,
Like a rainbow
I can't remember
When I last saw you laughing
If this world makes you crazy
And you've taken all you can bear
You call me up
Because you know I'll be there
And I see your true colors
Shining through
I see your true colors
And that's why I love you
So don't be afraid to let them show
Your true colors, true colors
True colors are shining through
I see your true colors
And that's why I love you
So don't be afraid to let them show
Your true colors
True colors are beautiful,
Like a rainbow”
Queria usar esse espaço para fazer uma declaração de amor. Mais uma, já que já fiz tantas outras antes. Mas, mais uma MUITO importante.
Porque o dia 11/07 é tão importante e me faz tão feliz? Há 9 anos, meu coração está preenchido, completo, feliz. Contra todos os obstáculos, no dia 11/07/2003, eu encontrei amor de verdade... em David Dourado. Nessa data, nós nos beijamos pela primeira vez e, desde então, nunca mais nos largamos.
Até lá, eu tinha uma vaga idéia do que era o amor, mas nunca tinha o vivido em sua completude e plenitude.
Estar com ele, é estar completa.
Não é que a vida seja um mar de rosas... porque não é. Mas ter David ao meu lado, faz com que até os piores momentos consigam ser suportados. Ele é quem está sempre do meu lado, nos momentos bons e nos momentos chatos, nos momentos desesperadores e de extrema felicidade. E eu agradeço a Deus por ele estar comigo.
Só se sabe o que é amor, amando. E agora eu sei (há 9 anos), que é amor. Da forma mais genuína e pura. Amor pra vida inteira. Amor que resiste a tormentos, devaneios, loucuras... amor.
Dá,
você é o homem da minha vida! É o cara que me faz feliz, que me completa, que ensina a viver e a ser uma pessoa melhor.
Obrigada por ser meu marido, namorado e companheiro!
Eu te amo muito!!!!!!!!!!! É tanto amor que eu não sei nem descrever!