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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Testemunha ocular do Crime- Agatha Chistie




Testemunha ocular do crime
Autora: Agatha Christie
Título original: 4.50 from Paddington
Editora: LPM

Sinopse da LPM:

“Após um dia de compras em Londres, Elspeth McGillicuddy pega um trem para o interior da Inglaterra, onde deve se encontrar com a amiga Jane Marple. Instalada na primeira classe, ela observa a paisagem, até que outro trem passa no mesmo sentido e, por um instante, as janelas do vagão se alinham. Ela vislumbra a imagem de um homem estrangulando uma mulher. Na estação, ninguém acredita em Elspeth, e nenhum cadáver é encontrado. Mas Miss Marple não se dissuade fácil. Para investigar esse mistério, ela contará com o auxílio do seu sobrinho-neto David e de Lucy Eyelesbarrow, uma carismática personagem que faz neste romance sua única e marcante aparição.”

Uma amiga da velhinha assiste a um assassinato em um trem e, a partir de então, as surpresas não param de suceder. Primeiro, nenhum corpo é encontrado. Mas, isso, Miss Marple “resolve” com facilidade. Assassinato finalmente comprovado, resta agora descobrir a identidade da vítima, o motivo e o assassino.

A história consegue ficar muito mais empolgante a partir desse momento, quando, com a ajuda da astuta Lucy Eyelesbarrow, Miss Marple desvenda uma teia de acontecimentos subseqüentes.

É como disse a crítica do New York Times: “Uma história de detetive perfeita. Não há um só momento entediante.”

Só não me agradou muito o final. Talvez por que foi surpreendente demais!
Mas a leitura é mais que recomendada!


***

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Show me a smile then...


Tenho pensado muito em dias passados. Às vezes tenho lampejos de cenas antigas. Sem querer, me pego sentada na mesa de trabalho de minha mãe. Ainda posso escutar Legião tocando num radinho velho e enxergar o forte São Marcelo, reluzindo, ao longe, sob a luz do sol se pondo na antiga repartição em que ela trabalhava. E esse é só um momento. Tantos outros simplesmente reaparecem. E deixam aquele nó na garganta. Aquele gosto esquisito.

Prender-se ao passado não é coisa boa. Sentir saudade faz parte. Mas e quando a gente fica na dúvida se gostaria de ainda fazer parte dele?

Uma coisa eu não tenho dúvida: existem coisas do meu presente que não trocaria NUNCA. Não abriria mão de ser casada, por exemplo. Encontrar meu marido foi a melhor coisa que me aconteceu na fase adulta. Disso eu não abriria mão de forma alguma!

Mas quem sabe receber de volta o "aval da irresponsabilidade'? Ganhar o direito de não se preocupar com o mundo. Não se preocupar com o meu mundo. A maturidade traz consigo deveres amargos, tarefas insípidas e necessárias, correria, cansaço, e o afastamento de tudo aquilo que não é, de alguma forma, concreto. Como os sonhos, por exemplo.

E eu fui, definitivamente, criada para sonhar. Sonhar que eu poderia ser quem eu quisesse ser. Que eu poderia fazer a diferença no mundo. E que tudo sempre pode dá certo.

O choque com a realidade mata, dia-a-dia, a criança esperançosa que tenho em mim. Por isso os lampejos do passado são tão queridos e, ao mesmo tempo, doloridos.

E o que se fazer? Não há resposta. Não há solução.

Aparentemente, devo continuar vivendo. Quem sabe, em algum momento, a vida mostra suas verdadeiras cores novamente, com um arco-íris completo. Eu ainda acredito nisso.

True colors
(By Cyndi Lauper)

“You with the sad eyes
Don't be discouraged
Oh I realize
It's hard to take courage
In a world full of people
You can lose sight of it all
And the darkness inside you
Can make you feel so small


But I see your true colors
Shining through
I see your true colors
And that's why I love you
So don't be afraid to let them show
Your true colors
True colors are beautiful,
Like a rainbow


Show me a smile then,
Don't be unhappy, can't remember
When I last saw you laughing
If this world makes you crazy
And you've taken all you can bear
You call me up
 Because you know I'll be there


And I see your true colors
Shining through
I see your true colors
And that's why I love you
So don't be afraid to let them show
Your true colors
True colors are beautiful,
Like a rainbow


I can't remember
When I last saw you laughing
If this world makes you crazy
And you've taken all you can bear
You call me up
Because you know I'll be there


And I see your true colors
Shining through
I see your true colors
And that's why I love you
So don't be afraid to let them show
Your true colors, true colors
True colors are shining through
I see your true colors
And that's why I love you
So don't be afraid to let them show
Your true colors
True colors are beautiful,
Like a rainbow”


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quarta-feira, 11 de julho de 2012

Feliz dia 11!


Queria usar esse espaço para fazer uma declaração de amor. Mais uma, já que já fiz tantas outras antes. Mas, mais uma MUITO importante.

Porque o dia 11/07 é tão importante e me faz tão feliz? Há 9 anos, meu coração está preenchido, completo, feliz. Contra todos os obstáculos, no dia 11/07/2003, eu encontrei amor de verdade... em David Dourado. Nessa data, nós nos beijamos pela primeira vez e, desde então, nunca mais nos largamos. Até lá, eu tinha uma vaga idéia do que era o amor, mas nunca tinha o vivido em sua completude e plenitude.

Estar com ele, é estar completa. Não é que a vida seja um mar de rosas... porque não é. Mas ter David ao meu lado, faz com que até os piores momentos consigam ser suportados. Ele é quem está sempre do meu lado, nos momentos bons e nos momentos chatos, nos momentos desesperadores e de extrema felicidade. E eu agradeço a Deus por ele estar comigo.

Só se sabe o que é amor, amando. E agora eu sei (há 9 anos), que é amor. Da forma mais genuína e pura. Amor pra vida inteira. Amor que resiste a tormentos, devaneios, loucuras... amor.

, você é o homem da minha vida! É o cara que me faz feliz, que me completa, que ensina a viver e a ser uma pessoa melhor. Obrigada por ser meu marido, namorado e companheiro!

Eu te amo muito!!!!!!!!!!! É tanto amor que eu não sei nem descrever!

quarta-feira, 7 de março de 2012

2012

2012 estranho. Da hora que começou até agora.

Será que eu ainda estou em 2011, dormindo?

E todos os dias passados nesse novo ano seriam apenas momentos de um sono pertubado?

Será?

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Sinceridade?


"Pouca sinceridade é uma coisa perigosa,
e muita sinceridade é absolutamente fatal."

(Oscar Wilde)

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

O que você quer saber de verdade?

Foto: "Solte seus cabelos ao vento, não olhe pra trás"

O Que Você Quer Saber de Verdade

"Vai sem direção
Vai ser livre
A tristeza não
Não resiste
Solte os seus cabelos ao vento
Não olhe pra trás
Ouça o barulhinho que o tempo
No seu peito faz
Faça sua dor dançar
Atenção para escutar
Esse movimento que traz paz
Cada folha que cair,
Cada nuvem que passar
Ouve a terra respirar
Pelas portas e janelas das casas
Atenção para escutar
O que você quer saber de verdade"


***

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Amor barato


* "Maria-sem-vergonha"
"Impatiens walleriana
Quando a imperatriz Maria Leopoldina veio da Áustria, em 1817, para morar com d. Pedro 1º, já se interessava por botânica. Como tinha saudades do Palácio de Viena, o imperador trouxe sementes de Impatiens, que foram plantadas no Jardim Botânico. O que não se imaginava na época é que a espécie se adaptaria tão bem. Por 'dar' em qualquer clima e local, ganhou o nome vulgar de maria-sem-vergonha.
"
Fonte: http://revistacasaejardim.globo.com/Casaejardim/0,25928,EJE1677399-2194,00.html


Amor Barato (Chico Buarque e Francis Hime)

"Eu queria ser
Um tipo de compositor
Capaz de cantar nosso amor
Modesto

Um tipo de amor
Que é de mendigar cafuné
Que é pobre e às vezes nem é
Honesto

Pechincha de amor
Mas que eu faço tanta questão
Que se tiver precisão
Eu furto

Vem cá, meu amor
Aguenta o teu cantador
Me esquenta porque o cobertor é curto

Mas levo esse amor
Com o zelo de quem leva o andor
Eu velo pelo meu amor
Que sonha

Que enfim, nosso amor
Também pode ter seu valor
Também é um tipo de flor
Que nem outro tipo de flor

Dum tipo que tem
Que não deve nada a ninguém
Que dá mais que maria-sem-vergonha

Eu queria ser
Um tipo de compositor
Capaz de cantar nosso amor
Barato

Um tipo de amor
Que é de esfarrapar e cerzir
Que é de comer e cuspir
No prato

Mas levo esse amor
Com zelo de quem leva o andor
Eu velo pelo meu amor
Que sonha

Que, enfim, nosso amor
Também pode ter seu valor
Também é um tipo de flor
Que nem outro tipo de flor

Dum tipo que tem
Que não deve nada a ninguém
Que dá mais que maria-sem-vergonha"

***